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terça-feira, 23 de agosto de 2011

Informação: Cuidado com as Vespas !





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Esta postagem tem o tema:

"Cuidado com as Vespas".

Postagem indicada por:

Prof.ª Dr.ª Irene Maria Ramos Marques,  Engenheira Agronoma - UFPE, Recife/Pernambuco, Indicou esta matéria em: 23/08/2011.
 
 
 
VESPAS



"As Vespas, vulgarmente conhecidas por marimbondos, essas grandes construtoras de abrigos e exímias predadoras, são antes de tudo, colaboradoras na agricultura com a coleta de lagartas pragas."

Por possuirem ferrão, podem nos afetar com seu veneno, principalmente nas grandes cidades, onde costumam construir seus ninhos em beirais de prédios e/ou casas.


Assim, para prevenir acidentes, principalmente com pessoas alérgicas, serão necessários dois procedimentos e recomendações:

1) Dese-se retirar os ninhos, sempre á noite, ( pois seus moradores  estarão recolhidos), envolvendo- os com um saco plástico;

2) Em seguida  cortando a base que os sustenta e por fim amarrando a parte superior do saco plastico.

3) Nesse procedimento, o ideal seria liberar os ninhos, ao amanhecer, em alguma cultura agrícola próxima, onde as vespas iriam se alimentar de prováveis lagartas pragas, cumprindo assim o seu papel natural de controlador biológico ou predador.

4) Em caso de prédios, se os ninhos estiverem em locais altos e em grande quantidade, o correto é que esse procedimento seja feito por bombeiros.

5) Em ultimo caso, a solução será a queima dos ninhos por pessoal qualificado.


Irene Ramos Marques, Recife/PE










Fontes de Pesquisa e Créditos:

Google Imagens - http://www.google.com/




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terça-feira, 16 de agosto de 2011

Reflexão: Decálogo de Lênin !




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Esta postagem tem o tema:

"Decálogo de Lênin".

Postagem indicada por:

Lúcia Passos de Recife/PE, indica esta matéria em: 10/08/2011.



 
"Leiam com atenção o decálogo de Lênin, comunista que destruiu a Rússia e observem as semelhanças com o momento atual que vivemos. A estratégia é a mesma e se consolida gradualmente. Os grandes empresários e os mais pobres, que hoje se beneficiam das benesses comuno-petitas, pagarão um preço muito alto por terem se deixado enganar por essa corja de bandidos. A classe média escolarizada, outrora formadora de opinião, está acuada, insegura e ameaçada pelas minorias e pela marginalidade incentivada. Quando acordarmos já será tarde."

Lucia Passos - 10/ago/2011



Decálogo de Lênin.




1. Corrompa a juventude e dê-lhe liberdade sexual;


2. Infiltre e depois controle todos os veículos de comunicação de massa;


3. Divida a população em grupos antagônicos, incitando-os a discussões sobre assuntos sociais;


4. Destrua a confiança do povo em seus líderes;


5. Fale sempre sobre Democracia e em Estado de Direito, mas, tão logo haja oportunidade, assuma o Poder sem nenhum escrúpulo;


6. Colabore para o esbanjamento do dinheiro público; coloque em descrédito a imagem do País, especialmente no exterior e provoque o pânico 


7. Promova greves, mesmo ilegais, nas indústrias vitais do País;


8. Promova distúrbios e contribua para que as autoridades constituídas não as coíbam;


9. Contribua para a derrocada dos valores morais, da honestidade e da crença nas promessas dos governantes. Nossos parlamentares infiltrados nos partidos democráticos devem acusar os não-comunistas, obrigando-os, sem pena de expô-los ao ridículo, a votar somente no que for de interesse da causa socialista;


10. Procure catalogar todos aqueles que possuam armas de fogo, para que elas sejam confiscadas no momento oportuno, tornando impossível qualquer resistência à causa.



"Decálogo de Lênin, enumerando as ações táticas para a tomada do Poder, escrito em 1913 (Wladmir Illich Ulianov Lênin, 1870-1924, fundador do bolchevismo totalitário soviético)."




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segunda-feira, 25 de julho de 2011

Sustentabilidade: Um bom exemplo de Reciclagem!


Chegou a sua hora!

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"Reciclagem e Destino para sacolas plásticas"


Postagem indicada por:

Camilo Baiardi, Arquiteto de Salvador/Bahia, indica esta matéria em: 19/07/2011.



Grande descoberta!


Sendo o plástico um derivado de petróleo, agora podemos inverter! Uma máquina para processar plástico, podendo ser separado em gasolina, óleo diesel ou querosene.


Com uma engenhoca e com a perseverança japonesa, o plástico regressa ao petróleo de onde veio!


Ainda bem que há sempre alguém que consegue inventar algo que ajuda a reparar o que estragamos...


Assista o video!




   
Fonte de Pesquisa e Créditos:




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quinta-feira, 14 de julho de 2011

Reflexão: Crença!




Chegou a sua hora!

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Esta postagem tem o tema:

"A crença de que a felicidade é um direito tem tornado desprepara​da a geração mais preparada"

Postagem indicada por:

Candice Ramos Marques, Funcionária Pública de Pernambuco, indica esta matéria em: 14/07/2011.


Meu filho, você não merece nada.

A crença de que a felicidade é um direito tem tornado desprepara​da a geração mais preparada!


Por Eliane Brum

Jornalista, escritora e documentarista. Ganhou mais de 40 prêmios nacionais e internacionais de reportagem. É autora de Coluna Prestes – O Avesso da Lenda (Artes e Ofícios), A Vida Que Ninguém Vê (Arquipélago Editorial, Prêmio Jabuti 2007) e O Olho da Rua (Globo). E-mail: elianebrum@uol.com.br / Twitter: @brumelianebrum.


Ao conviver com os bem mais jovens, com aqueles que se tornaram adultos há pouco e com aqueles que estão tateando para virar gente grande, percebo que estamos diante da geração mais preparada – e, ao mesmo tempo, da mais despreparada. Preparada do ponto de vista das habilidades, despreparada porque não sabe lidar com frustrações. Preparada porque é capaz de usar as ferramentas da tecnologia, despreparada porque despreza o esforço. Preparada porque conhece o mundo em viagens protegidas, despreparada porque desconhece a fragilidade da matéria da vida. E por tudo isso sofre, sofre muito, porque foi ensinada a acreditar que nasceu com o patrimônio da felicidade. E não foi ensinada a criar a partir da dor.


Há uma geração de classe média que estudou em bons colégios, é fluente em outras línguas, viajou para o exterior e teve acesso à cultura e à tecnologia. Uma geração que teve muito mais do que seus pais. Ao mesmo tempo, cresceu com a ilusão de que a vida é fácil. Ou que já nascem prontos – bastaria apenas que o mundo reconhecesse a sua genialidade.


Tenho me deparado com jovens que esperam ter no mercado de trabalho uma continuação de suas casas – onde o chefe seria um pai ou uma mãe complacente, que tudo concede. Foram ensinados a pensar que merecem, seja lá o que for que queiram. E quando isso não acontece – porque obviamente não acontece – sentem-se traídos, revoltam-se com a “injustiça” e boa parte se emburra e desiste.


Como esses estreantes na vida adulta foram crianças e adolescentes que ganharam tudo, sem ter de lutar por quase nada de relevante, desconhecem que a vida é construção – e para conquistar um espaço no mundo é preciso ralar muito. Com ética e honestidade – e não a cotoveladas ou aos gritos. Como seus pais não conseguiram dizer, é o mundo que anuncia a eles uma nova não lá muito animadora: viver é para os insistentes.


Por que boa parte dessa nova geração é assim? Penso que este é um questionamento importante para quem está educando uma criança ou um adolescente hoje. Nossa época tem sido marcada pela ilusão de que a felicidade é uma espécie de direito. E tenho testemunhado a angústia de muitos pais para garantir que os filhos sejam “felizes”. Pais que fazem malabarismos para dar tudo aos filhos e protegê-los de todos os perrengues – sem esperar nenhuma responsabilização nem reciprocidade.


É como se os filhos nascessem e imediatamente os pais já se tornassem devedores. Para estes, frustrar os filhos é sinônimo de fracasso pessoal. Mas é possível uma vida sem frustrações? Não é importante que os filhos compreendam como parte do processo educativo duas premissas básicas do viver, a frustração e o esforço? Ou a falta e a busca, duas faces de um mesmo movimento? Existe alguém que viva sem se confrontar dia após dia com os limites tanto de sua condição humana como de suas capacidades individuais?


Nossa classe média parece desprezar o esforço. Prefere a genialidade. O valor está no dom, naquilo que já nasce pronto. Dizer que “fulano é esforçado” é quase uma ofensa. Ter de dar duro para conquistar algo parece já vir assinalado com o carimbo de perdedor. Bacana é o cara que não estudou, passou a noite na balada e foi aprovado no vestibular de Medicina. Este atesta a excelência dos genes de seus pais. Esforçar-se é, no máximo, coisa para os filhos da classe C, que ainda precisam assegurar seu lugar no país.


Da mesma forma que supostamente seria possível construir um lugar sem esforço, existe a crença não menos fantasiosa de que é possível viver sem sofrer. De que as dores inerentes a toda vida são uma anomalia e, como percebo em muitos jovens, uma espécie de traição ao futuro que deveria estar garantido. Pais e filhos têm pagado caro pela crença de que a felicidade é um direito. E a frustração um fracasso. Talvez aí esteja uma pista para compreender a geração do “eu mereço”.


Basta andar por esse mundo para testemunhar o rosto de espanto e de mágoa de jovens ao descobrir que a vida não é como os pais tinham lhes prometido. Expressão que logo muda para o emburramento. E o pior é que sofrem terrivelmente. Porque possuem muitas habilidades e ferramentas, mas não têm o menor preparo para lidar com a dor e as decepções. Nem imaginam que viver é também ter de aceitar limitações – e que ninguém, por mais brilhante que seja, consegue tudo o que quer.


A questão, como poderia formular o filósofo Garrincha, é: “Estes pais e estes filhos combinaram com a vida que seria fácil”? É no passar dos dias que a conta não fecha e o projeto construído sobre fumaça desaparece deixando nenhum chão. Ninguém descobre que viver é complicado quando cresce ou deveria crescer – este momento é apenas quando a condição humana, frágil e falha, começa a se explicitar no confronto com os muros da realidade. Desde sempre sofremos. E mais vamos sofrer se não temos espaço nem mesmo para falar da tristeza e da confusão.


Me parece que é isso que tem acontecido em muitas famílias por aí: se a felicidade é um imperativo, o item principal do pacote completo que os pais supostamente teriam de garantir aos filhos para serem considerados bem sucedidos, como falar de dor, de medo e da sensação de se sentir desencaixado? Não há espaço para nada que seja da vida, que pertença aos espasmos de crescer duvidando de seu lugar no mundo, porque isso seria um reconhecimento da falência do projeto familiar construído sobre a ilusão da felicidade e da completude.


Quando o que não pode ser dito vira sintoma – já que ninguém está disposto a escutar, porque escutar significaria rever escolhas e reconhecer equívocos – o mais fácil é calar. E não por acaso se cala com medicamentos e cada vez mais cedo o desconforto de crianças que não se comportam segundo o manual. Assim, a família pode tocar o cotidiano sem que ninguém precise olhar de verdade para ninguém dentro de casa.


Se os filhos têm o direito de ser felizes simplesmente porque existem – e aos pais caberia garantir esse direito – que tipo de relação pais e filhos podem ter? Como seria possível estabelecer um vínculo genuíno se o sofrimento, o medo e as dúvidas estão previamente fora dele? Se a relação está construída sobre uma ilusão, só é possível fingir.


Aos filhos cabe fingir felicidade – e, como não conseguem, passam a exigir cada vez mais de tudo, especialmente coisas materiais, já que estas são as mais fáceis de alcançar – e aos pais cabe fingir ter a possibilidade de garantir a felicidade, o que sabem intimamente que é uma mentira porque a sentem na própria pele dia após dia. É pelos objetos de consumo que a novela familiar tem se desenrolado, onde os pais fazem de conta que dão o que ninguém pode dar, e os filhos simulam receber o que só eles podem buscar. E por isso logo é preciso criar uma nova demanda para manter o jogo funcionando.


O resultado disso é pais e filhos angustiados, que vão conviver uma vida inteira, mas se desconhecem. E, portanto, estão perdendo uma grande chance. Todos sofrem muito nesse teatro de desencontros anunciados. E mais sofrem porque precisam fingir que existe uma vida em que se pode tudo. E acreditar que se pode tudo é o atalho mais rápido para alcançar não a frustração que move, mas aquela que paralisa.


Quando converso com esses jovens no parapeito da vida adulta, com suas imensas possibilidades e riscos tão grandiosos quanto, percebo que precisam muito de realidade. Com tudo o que a realidade é. Sim, assumir a narrativa da própria vida é para quem tem coragem. Não é complicado porque você vai ter competidores com habilidades iguais ou superiores a sua, mas porque se tornar aquilo que se é, buscar a própria voz, é escolher um percurso pontilhado de desvios e sem nenhuma certeza de chegada. É viver com dúvidas e ter de responder pelas próprias escolhas. Mas é nesse movimento que a gente vira gente grande.
 

Seria muito bacana que os pais de hoje entendessem que tão importante quanto uma boa escola ou um curso de línguas ou um Ipad é dizer de vez em quando: “Te vira, meu filho. Você sempre poderá contar comigo, mas essa briga é tua”. Assim como sentar para jantar e falar da vida como ela é: “Olha, meu dia foi difícil” ou “Estou com dúvidas, estou com medo, estou confuso” ou “Não sei o que fazer, mas estou tentando descobrir”. Porque fingir que está tudo bem e que tudo pode significa dizer ao seu filho que você não confia nele nem o respeita, já que o trata como um imbecil, incapaz de compreender a matéria da existência. É tão ruim quanto ligar a TV em volume alto o suficiente para que nada que ameace o frágil equilíbrio doméstico possa ser dito.


Agora, se os pais mentiram que a felicidade é um direito e seu filho merece tudo simplesmente por existir, paciência. De nada vai adiantar choramingar ou emburrar ao descobrir que vai ter de conquistar seu espaço no mundo sem nenhuma garantia. O melhor a fazer é ter a coragem de escolher. Seja a escolha de lutar pelo seu desejo – ou para descobri-lo –, seja a de abrir mão dele. E não culpar ninguém porque eventualmente não deu certo, porque com certeza vai dar errado muitas vezes. Ou transferir para o outro a responsabilidade pela sua desistência.


Crescer é compreender que o fato de a vida ser falta não a torna menor. Sim, a vida é insuficiente. Mas é o que temos. E é melhor não perder tempo se sentindo injustiçado porque um dia ela acaba.

(Eliane Brum escreve às segundas-feiras.)


Fontes de Pesquisa e Créditos:
ELIANE BRUM - Jornalista




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quarta-feira, 13 de julho de 2011

Pensamento: Copo Meio Vazio ou Meio Cheio?





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"Copo meio vazio ou meio cheio?"

Postagem indicada por:

Claudia Gonsalves, em: 13/07/2011.



Um viva àqueles que vêem o meio copo vazio o tempo todo!


Por Lucy Kellaway - Site Valor Online


Nos negócios, o otimismo é bom e o pessimismo é ruim. O otimismo tem o monopólio do sucesso, da felicidade e até mesmo sobre a longevidade. Os pessimistas, com seus rostos longos e pensamentos obscuros, são párias, não servem para nada no entusiasmado mundo corporativo, exceto talvez para fazer carreira no jornalismo (onde notícias ruins são notícias boas). De outro modo, eles podem escolher entre a poltrona, o banheiro ou o circuito de comédia.


Mas agora o pessimismo pode estar voltando ao "mainstream". A reviravolta ocorreu recentemente, quando o guru da administração Tom Peters comentou entusiasticamente no Twitter sobre um livro que enaltece o pensamento negativo. Trata-se de algo extraordinário para um homem cujo lema é um colorido ponto de exclamação e que, por décadas, vem se mostrando otimista da forma inflexível e cansativa. O fato do inventor do "Wow!" e do "Brand Me" estar agora se interessando pela negatividade é a coisa mais emocionante que tomei conhecimento em muito tempo.


Ao contrário de Peters, eu nasci pessimista. Sempre espero que um temporal súbito venha a estragar todas as festas de verão; sempre acho que toda iniciativa acabará em fracasso; pelo menos metade dos vestidos do meu guarda-roupa é da cor cinza. Não fosse pelo fato de que nunca comemoro nada antecipadamente, para o caso de não acontecer, eu estaria pulando de alegria com a idéia de que pessoas como eu serão reabilitadas.


Fui correndo averiguar o livro recomendado por Peters, escrito por Julie Norem, uma professora de psicologia do Wellesley College. Ela passou 18 anos fazendo uma pesquisa cuidadosa apenas para chegar à conclusão lógica - ainda que um tabu -, de que é uma boa idéia pensar em tudo o que pode dar errado antes de embarcar em qualquer coisa. Infelizmente, ela limitou seu alcance a pessoas que são ansiosas. Mas me parece que ela deu de cara com uma verdade com aplicação universal.


Numa infelicidade ainda maior, os editores disfarçaram a mensagem ligeiramente subversiva com um título estupidamente otimista: "The Positive Power of Negative Thinking: Use Defensive Pessimism to Harness Anxiety & Perform at Your Peak" (algo como "O Poder Positivo do Pensamento Negativo: Use o Pessimismo Defensivo para Controlar a Ansiedade & Melhore seu Desempenho"). Mesmo assim, Roma não foi destruída em um dia, e talvez a professora Norem tenha preparado o mercado o suficiente para a negatividade para o livro que eu mesma gostaria de escrever (se Peters não chegar lá primeiro). Eu poderia intitulá-lo: "Por que as Coisas Sempre Dão Errado no Trabalho e o que Fazer Quando Isso Acontece".


O problema com os otimistas é que eles não se saem bem num mundo complicado. Nos campos de prisioneiros de guerra do Vietnã, os que morriam primeiro eram os que tinham pensamento positivo: eles realmente esperavam estar em casa no Natal e desmoronavam quando isso não acontecia. É claro que o mundo dos negócios não é exatamente como um campo de prisioneiros de guerra, uma vez que você pode sair para tomar um cafezinho e depois dormir no conforto de sua cama à noite. Mas ele pode ser cruel e impiedoso e uma coisa ruim pode acontecer após a outra. Estar sempre preparado para o pior me parece ser o único curso de ação inteligente. Woody Allen explica melhor: "Confiança é o que você tem antes de entender o problema".


Muito embora uma reabilitação dos pessimistas seja bem-vinda, não há muito sentido em forçar a barra nos livros de auto-ajuda. Otimistas e pessimistas nasceram desse jeito; não há mudança que possa ser feita com uma ou duas dicas de um livro. A única mudança vem com o tempo, que tende a amenizar todos os extremos. Acho que sou um pouco menos pessimista do que há 30 anos, pois descobri que, de vez em quando, podemos muito bem ignorar as coisas. Os otimistas eventualmente descobrem o inverso - e talvez uma versão drástica disso tudo seja o que está acontecendo com Tom Peters (que também deu para fazer comentários infelizes sobre Madre Teresa de Calcutá no Twitter, o que não é um bom sinal).


Em todo caso, é estupidez discutir qual é a melhor visão de mundo quando ambas claramente são necessárias o tempo todo. Toda organização e toda parceria deveria ser cuidadosamente balanceada para incluir os otimistas e os pessimistas. Um casamento também precisa dos dois - minha própria experiência me ensinou que é bom ter um otimista que apareça com intermináveis planos para passeios, e um pessimista para descartar as idéias mais malucas e temperar o resto com paracetamol e guarda-chuvas.


As empresas precisam dos dois ainda mais, para obter a mistura certa de ousadia e cautela. A diversidade de otimistas e pessimistas é a mais importante que existe e deveria ser ativamente perseguida nos conselhos e em todos os níveis inferiores. Os pessimistas corporativos deveriam ser desestigmatizados e chamados para fora do armário. Acima de tudo, eles deveriam parar de fingir que vêem o copo meio cheio apenas para se enquadrar. Eles deveriam se orgulhar de declarar que, para eles, o copo estava meio vazio o tempo todo.



Fonte de Pesquisa e Crédito:

http://www.valoronline.com.br/

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terça-feira, 12 de julho de 2011

Informação: Trabalho Estrangeiro pode ajudar na Aposentadoria!


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Esta postagem tem o tema:

"Previdência: Trabalho estrangeiro pode ajudar na aposentadoria!".

Postagem indicada por:

Dr. Rômulo Saraiva, Advogado e Jornalista, Recife/Pernambuco. Publicou esta matéria em : 06/07/2011.



Ele é formado pela Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), o advogado Rômulo Saraiva atua nas áreas de direito previdenciário, civil e trabalhista. O profissional é pós-graduado em direito previdenciário, título que obteve pela Escola Superior da Magistratura Trabalhista da 6.ª Região (Esmatra VI). Também já foi estagiário do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), onde adquiriu experiência no setor jurídico contencioso.


Rômulo Saraiva semanalmente posta no BLOGs do Diário de Pernambuco, temas voltados para a Previdência Social, na coluna "Espaço da Previdência (Economia-Colunas)". Veja e confirá está e as outras matérias do Romulo através do link http://blogs.diariodepernambuco.com.br/espacodaprevidencia/.



 Trabalho Estrangeiro





Em razão das condições de vida e de emprego, muitos brasileiros saem da terra natal para empreender a força do seu trabalho no estrangeiro. Contudo, o trabalho no exterior é um risco e tanto para aqueles que regressam e se aposentam no INSS. O Brasil tem acordo de cooperação com vários países, para que o tempo e as contribuições sejam computados pela Previdência Social, mas nem sempre isso ocorre.

Nem sempre o INSS computa corretamente todas as contribuições vertidas para a seguridade estrangeira, nem tampouco todo o tempo de trabalho. A dificuldade de comunicação e a burocracia podem atrapalhar a concretização do acordo bilateral e de reciprocidade entre os países. O desprezo dos dados termina resultando no pagamento a menor do benefício.

Problemas de inserção de tempo de serviço e de compensação financeira dos valores recolhidos acontecem com pessoas que trabalham no Brasil, quiçá quando se depende da troca de informações entre órgãos burocráticos de países diferentes. Porém, o segurado não deve ser prejudicado por eventual omissão dos países signatários em respeitar o acordo previdenciário internacional.

Portugal e outros países têm acordo internacional com o INSS para fins previdenciários, nos termos do art. 537 da Instrução Normativa do INSS nº 20/07. Conforme esse acordo recíproco internacional entre os países, o brasileiro que trabalha no estrangeiro poderá usar as contribuições para fins do INSS.

É necessário que, quando seja finalizado o contrato de trabalho no exterior, o empregado brasileiro guarde documentos para fundamentar o pedido de aposentadoria na Previdência brasileira, assim como obter uma certidão da seguridade do país estrangeiro onde conste o tempo de serviço e a existência dos recolhimentos. 

Além de Portugal, os seguintes países também têm acordo internacional de reciprocidade com o Brasil: Argentina, Cabo Verde, Espanha, Grécia, Chile, Itália, Espanha, Luxemburgo, Uruguai, Portugal e Mercosul.

Portanto, quem trabalha ou trabalhou nesses países é bom ficar atento e guardar a documentação para quando for se aposentar. Até a próxima.

Disposições legais:

Súmula 7 do Conselho Regional da Previdência Social:

“O tempo de serviço prestado no exterior a empresa não vinculada à Previdência Social brasileira não pode ser computado, salvo tratado de reciprocidade entre Brasil e Estado Estrangeiro onde o trabalho, prestado num, seja contado no outro, para os efeitos dos benefícios ali previstos.”

A Instrução Normativa do INSS nº 45/2010 também prevê a admissibilidade do tempo de contribuição de atividade prestada no exterior, desde que haja acordo internacional nesse sentido:

“Art. 477. O benefício de aposentadoria por tempo de contribuição será devido aos segurados amparados pelos Acordos de Previdência Social bilateral que o Brasil mantém com Portugal, Espanha, Grécia, Argentina, Uruguai e Cabo Verde, desde que preencham todos os requisitos para concessão desse benefício, utilizando períodos cumpridos naquele outro Estado, sendo que, nos casos da Argentina e Uruguai, considerando que no Acordo Multilateral de Seguridade Social do Mercosul não há previsão expressa desse tipo de benefício, somente serão reconhecidos, por força do direito adquirido, aqueles que comprovarem a implementação dos requisitos necessários no período em que estiveram em vigência os acord os bilaterais dos dois países.

Parágrafo único.  Em conformidade com o Parecer/CJ/Nº 2.135, de 17 de maio de 2000, do MPS, o benefício de aposentadoria por tempo de contribuição será devido aos segurados amparados pelo Acordo de Previdência Social entre o Brasil e o Uruguai que preencham todos os requisitos para a concessão deste benefício, utilizando os períodos cumpridos no Uruguai”.




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segunda-feira, 11 de julho de 2011

Informação: Cuidado com os Artropodes - Abelhas.

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"Prevenção de Acidentes com os pequenos animais Artropodes, Abelhas".

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Abelhas


Fig.1 - Abelha exótica coletando néctar e carregando pólem na perna.


As nossas espécies de abelhas nativas ou indígenas são desprovidas de ferrão. Assim, não necessitam de cuidados e como insetos sociais, vivem em comunidades organizadas com tarefas distribuídas por castas. As rainhas e os zangões são responsáveis pela reprodução. As abelhas operárias, além de seu indispensável papel ecológico, como polinizadoras, são fabricantes de cobiçados produtos orgânicos como o mel, a cera, própolis e outros.


Já a abelha de origem européia ou exótica e atualmente africanizada, ainda mais agressiva e portadora de veneno mais forte, embora economicamente importante pela produção de mel, cera, própolis e derivados, é portadora do ferrão e merece cuidado especial.


Fig.2 - Enxame de abelhas jamais deve ser mexido, pois nessa condição elas estão a procura de um novo lar.


Por exemplo, se houvesse a devida informação para a conscientização a cerca da prevenção com esses animais, um cidadão do Recife, não teria mexido com um enxame que se instalou numa árvore e não teria sido atingido com ferroadas a ponto de falecer antes de chegar ao hospital.


A informação sobre esses animais visa justamente evitar esse tipo de acidente. De modo geral algumas picadas de abelhas são acidentes passíveis de atendimento, através da retirada dos ferrões para que o veneno não continue a penetrar. Se necessário deve ser aplicado o medicamento específico, o que em Recife deverá ser feito pelo CEATOX.



Em caso de invasão de locais por enxames, se faz necessário a produção de fumaça, o que poderá ser conseguido, por exemplo, com tocha de tecido umedecido com álcool, cuja chama após apagada, produzirá fumaça afastando de imediato as abelhas.


Em casos de maior incidência de ataques por enxames, sugere-se que principalmente nas escolas e hospitais façam uso do fumigador, instrumento utilizado por produtores de mel para afastar as abelhas no momento da retirada do mel da colméia.


Para evitar problemas, são recomendados os seguintes cuidados:


- Use roupas claras, pois as escuras atraem abelhas;
- Evite movimentos bruscos e excessivos quando próximo a colméias;
- Não grite, pois as abelhas são atraídas por ruídos, principalmente os agudos;
- Evite operar qualquer máquina barulhenta próximo a colméias;
- Examine a área de trabalho antes de usar equipamentos motorizados;
- Ensine as crianças a se precaverem e não molestarem as abelhas;
- Pergunte ao seu médico sobre o que fazer caso você seja alérgico a picadas;
- Ao ficar diante de um enxame de abelhas, a pessoa deve correr em zigue-zague, pois os insetos deslocam-se juntos em linha reta;
- Se for atacado, proteja das picadas o pescoço e o rosto, com a ajuda de uma camisa ou outra vestimenta;
- Pessoas alérgicas a picada de insetos devem evitar caminhadas em áreas de mata, pois para quem é sensível ao veneno da abelha, apenas uma picada pode ser suficiente para gerar um choque anafilático.


Fotos:









Vídeo:



Fontes de Pesquisa e Créditos:

Fonte das imagens e fotografias (Google Imagens)
Fonte de vídeos e reproduções (YouTube)

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segunda-feira, 4 de julho de 2011

Informação: Cuidado com os Artropodes - Escorpião.



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"Prevenção de Acidentes com os pequenos animais: Os Artropodes".

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Escorpião



Fig.1 Tityus stigmurus
(escorpião amarelo, Predominante em Pernambuco)



Antes que a primavera chegue e traga de volta os escorpiões e respectivos acidentes, uma campanha de esclarecimento se faz indispensável.


Vale salientar no entanto, que os escorpiões não surgiram na terra para nos prejudicar, muito pelo contrario,  procedentes de cerca de quinhentos milhões de anos de luta por sobrevivência, que lhes dotou de garras e venenos, ao inves de vilões, são verdadeiros mini heróis. São animais que sempre viveram nos ecossistemas naturais do nosso planeta, de forma harmoniosa com os outros animais e vegetais, desempenhando como predador, o importante papel na regulação de populações dos próprios artrópodes, bem como de outros animais e servindo de alimento para aves, repteis anfíbios e outros. Suas armas portanto foram desenvolvidas para sua defesa e apreensão de seu alimento. O fato desses animais chegarem a afetar a saúde humana, decorreu da forma como o homem interferiu na natureza para se desenvolver, desmatando indiscriminadamente e assim destruindo os habitats dos animais que, desalojados buscam abrigo inclusive nas construções urbanas e rurais. A luta química contra os escorpiões, por décadas não conseguiu sequer minimizar os acidentes. Assim sendo somente nos resta lutar pela conservação do que restou de nossos ecossistemas e seguirmos as estratégias para prevenção e/ou cura para casos de acidentes .


A prevenção de acidentes com escorpião, inicia-se com  a obrigação de se manter a cidade saneada, livre de áreas baldias que acumulem material favorável ao abrigo desses animais, a coleta regular do lixo, evitando a criação de baratas, principal alimento de escorpiões nas áreas urbanas. Individualmente, as pessoas que se encontram expostas à presença de escorpiões,( principal problema com artrópodes em Pernambuco), devem manter as casas igualmente livres do acumulo de material que sirvam de esconderijo do animal e mais, adquirirem o habito de vistoriar roupas sapatos, mochilas, bonés e demais objetos de uso pessoal, que poderão tê-los abrigado.  Em caso de alta incidência, buscar algum revestimento externo que impeça  o animal de alcançar os acessos à casa, como a vedação de frestas de portas, e/ou a colocação de superfície lisa nas paredes ao redor da casa para impedir esse acesso. Já em caso de picada, tem-se que conduzir a vítima de imediato ao CEATOX ( Centro de atendimento a acidentes Toxicológicos) no Hospital da Restauração, se possível de posse do animal morto, para observação e/ou aplicação de soro.


Vale salientar que para matar o escorpião (fig.1) deve ser  utilizado objeto longo tipo cabo de vassoura, evitando danificar totalmente o animal.


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Fontes de Pesquisa / Bibliografia:

-Manual de Diagnóstico e tratamento de acidentes por animais peçonhentos. Brasilia: Fundação Nacional de Saúde, 1998. 131p.il.

-Ruppert,E.E & Barnes,R.D. Zoologia de Invertebrados. 6a Ed. São Paulo. Roca, 1996.

-Paulo Lotufo.  "HowStuffWorks. Acidentes por animais peçonhentos no Brasil: dados epidemiológicos".  Publicado em 09 de janeiro de 2008  (atualizado em 17 de novembro de 2008).


-Matthiesen,F.A. Os escorpiões cap.7.In:Mariconi,F.A.M. Coord. Insetos e outros invasores de residências . Piracicaba,FEALQ, 1999. 460p.

-Schvartsman,S. Plantas venenosas e animais peçonhentos. São Paulo, Sarvier, 1992,288p.

-Fonte das imagens e fotografias (Google Imagens): http://www.google.com.br/imghp?hl=pt-BR&tab=wi